sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nós e o Planeta Terra'

O que nos diferencia dos outros seres da natureza não é a inteligência ou a capacidade de ter emoções, de sentir prazer, dor, medo, de nos comunicar ou criar ferramentas, pois isso várias espécies também fazem em diferentes graus de eficiência. O que nos torna únicos é a consciência de nossa individualidade e, entre as conseqüências disso, está o sentimento de separação do mundo, dos outros, da natureza, pois se somos nós não podemos ser o outro.
Ter consciência nos fez também ter subjetividade, um mundo interior, onde construímos e reconstruímos nossa visão de mundo, do outro, de nós próprios. Assim, embora a realidade seja igual para todos, a maneira de perceber, de encarar e interpretar a realidade muda de pessoa para pessoa.
Isso nos obrigou a estabelecer parâmetros do que é aceitável ou não pela sociedade, pois apesar de separados dos outros e das coisas, enquanto seres sociais estamos ligados uns aos outros e tão dependentes quanto todos da natureza. E natureza, aqui, não significa uma visão idealizada de um ser com propósito e intencionalidade, mas o resultado de milhares de anos de evolução sob determinadas condições de clima e calor, distanciamento do sol, inclinação do eixo da Terra, etc. Revela-se então uma outra característica humana que é a tendência de encontrar significado para as questões que não consegue compreender, como se fôssemos incapazes de viver num mundo que não faca sentido. Os gregos antigos, por exemplo, deram à natureza o status de deusa, à qual atribuíram o nome Gaia.
A consciência também nos tornou livres para escolher o que achamos ser melhor para nós, para o mundo, e o livre arbítrio trouxe consigo culpas e responsabilidades, angústias existenciais sobre qual o melhor caminho a tomar. Ao nos vermos livres da natureza, não mais tendo de obedecer aos instintos e compreendendo cientificamente os seus fenômenos, criamos a ilusão de sermos superiores às demais espécies e à própria natureza. Na tarefa de nos tornar humanos, tivemos e ainda temos de enfrentar a natureza, que age e influencia em nossas escolhas através dos instintos - tão ativos em nós quanto em todas as demais espécies, determinando quando temos de lutar ou fugir, comer e parar de comer, por exemplo, e ainda assim, podemos escolher nos manter em situação de estresse sem tentar fugir e comer sem fome. Este enfrentamento resultou no afastamento maior ainda da natureza. Seguir aos instintos passou a ser um atributo dos animais, algo pouco refinado, embrutecido, motivo de vergonha para os humanos.
Criamos a ilusão de sermos os donos da natureza e dividimos o planeta em territórios, e loteamos cada espaço útil, explorando sem culpas, a ponto de já termos passado do ponto de regeneração natural de diversos ecossistemas. As demais espécies foram destituídas de seus direitos, condicionadas à sua utilidade para nós. Se não for útil, então não tem razão de existir.
Em nossa idealização do mundo, nos demos o papel transcendental atribuído aos deuses, pois se somos superiores à natureza, tínhamos de encontrar um significado para nós fora da natureza.
Quando confrontados com as evidências de nossos atos, alguns de nós preferem buscar desculpas para continuar agindo da mesma forma. Para alguns, a idéia de que a natureza possa sofrer um colapso parece um exagero, pois nada do que façamos irá destruir a natureza, embora possamos nos destruir facilmente. Para outros, a Ciência irá nos salvar descobrindo coisas, inventando novas tecnologias que serão capazes de reciclar nossos restos e descobrir novas fontes de recursos. Outros acham inútil lutar, pois o fim está próximo, conforme revelado em algum texto sagrado e, naturalmente, apenas os que acreditarem nisso serão salvos.
Nossa separação da natureza não aconteceu apenas do ponto de vista psicológico, ético, moral ou espiritual, mas também do ponto de vista físico. Reconstruímos o meio ambiente para adaptá-lo às nossas necessidades onde antes existiam ecossistemas. Construímos cidades às vezes confortáveis, bonitas, às vezes não, de concreto, aço e asfalto e com muita rapidez esquecemos que apesar de muito importantes não são as cidades que produzem a água, o oxigênio, a biodiversidade da qual dependemos para produzir alimentos, medicamentos e obter recursos.
O meio ambiente deixou de ser tudo o que existe, para ser o que existe em torno de nos, como se fosse uma espécie de armazém de recursos inesgotáveis para atender às nossas necessidades. Necessidades que deixaram de ser apenas físicas, como comer, morar, vestir, mas também espirituais, como a de demonstrar afeto através da troca de presentes materiais, de obter reconhecimento social e se sentir pertencendo a uma sociedade através da exibição de objetos de consumo. O resultado foi uma sociedade que não só superexplora a natureza, mas que também superexplora seus próprios semelhantes, pois para que uns possam acumular demais outros precisam acumular de menos.
E por que tudo isso? Enquanto as demais espécies submetem-se aos seus destinos, nos angustiamos na busca de respostas, e quando estas não existem, criamos nós próprios utopias e visões de mundo que dê sentido a este mundo reinventado. Qual é o propósito de nossa espécie? Para que estamos aqui? De onde viemos? Para onde vamos? Por que sofremos com terremotos, vulcões, tsunamis, secas, enchentes, furacões, fome, AIDS, epidemias, etc.? Cometemos algum pecado pelo qual estamos sendo punidos agora? Teremos tempo de evitar um colapso ambiental global? Continuaremos existindo enquanto espécie ou já estamos em declínio rumo à extinção? Alguns se satisfazem com a idéia de deuses e diabos voluntariosos nos manipulando, outros se amparam na idéia de que somos filhos e filhas de seres de outros planetas que nos visitaram no passado e que alguns acreditam que ainda estão entre nós. Outros acreditam que surgimos do caos e do acaso, não importa, ninguém saberá a verdade final mesmo e, neste particular, qualquer idéia serve, desde que tenha significado e nos permita viver em paz conosco mesmo e com os outros, que nos anime a querer serem pessoas melhores e lutar para termos um mundo melhor.
O fato concreto é que nenhum de nós escapará vivo do Planeta que, ao contrário de nos pertencer, nós é que pertencemos a ele e o compartilhamos com todas as outras espécies. Ou nos reinventamos, imaginando outro jeito de estar no Planeta, ou corremos risco de desaparecer antes do tempo. Uma coisa é certa, o Planeta começou sem nós, e acabará sem nós. A questão que importa não é quando acontecerá o fim, mas o que posso fazer, aqui e agora, enquanto tenho vida e saúde para abreviar este fim e aproveitar este presente que todos os dias o Planeta nos proporciona, o de viver. E a vida é bem curta.
* Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a Rebia – Rede Brasileira de Informação Ambiental (http://www.portaldomeioambiente.org.br/) e edita, deste janeiro de 1996, a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente (http://www.portaldomeioambiente.org.br/). Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Pensamento Adolescente'

Antes de dormir, penso em tudo que aconteceu durante o dia. Deito na cama e ponho-me a refletir, sobre tudo e sobre nada, sobre acertos e sobre erros, sobre elogios e sobre críticas.

Penso no futuro, lembrando do passado, para criar um presentemelhor. Penso naquelas pessoas, que me veem por um ângulo que só elas conseguem enxergar. Penso na natureza, que mesmo grande e bela, já não será mais tão magnífica como já fora em outros tempos. Também penso naquela folha, que caiu e ao mesmo tempo dançou ao vento. Na música, que sempre aclama os agitados e/ou agita os mais calmos. Penso nos livros, que cheios de palavras, formam infinitos mundos imaginários que nos passam emoções, conhecimento cultura e muito mais.

Penso Também, nas flores, que possuem um aroma formidável e que às vezes, chega a ser indescritível e incomparável. Penso nos meus amigos, que me fazem sorrir mesmo depois de chorar e que me ajudam em inumeras dificuldades. Penso nos desenhos que faço, sempre cheios de traços de sentimentos, sejam eles de raiva ou de amor, de tristeza ou alegria, mas podem ser também só mais um simples desenho. Penso naquelas nuvens, que me deixam hipnotzado enquanto eu olhava aquele lindo céu azul. E penso ainda, na liberdade... Na liberdade de uma Pensamento Adolescente.

( Ryan Afonso / 13 de Abril de 2011 )

sexta-feira, 18 de março de 2011

E se.. Como seria o mundo se não precisássemos dormir?


Viveríamos uma insônia permanente - mas sem olheiras, mau humor e dor de cabeça.

por Fernando Brito

Hoje uma noite em claro é suficiente para causar um estrago no corpo. Dependemos do sono para guardar energia, curar o cansaço, manter a capacidade de atenção e compreensão. Mas não é assim com todas as espécies. Embora não se conheça uma que fique 100% acordada o tempo todo, algumas nunca apagam completamente. Lagartos não têm sono profundo, só dão uma relaxada. Golfinhos mantêm um hemisfério do cérebro ligado para perceber a presença de predadores e subir à superfície para respirar. Outros mamíferos de grande porte dormem sempre com um olho aberto. Se tivéssemos evoluído para não depender do sono, não gastaríamos um terço da vida reabastecendo o corpo. Isso significa aproximadamente 214 mil horas a mais para gastar por aí, considerando a expectativa de vida do brasileiro. 

Só que o mundo sofreria alguns ajustes. Precisaríamos de mais luz para aproveitar as noites. No Brasil, o aumento do consumo de energia nas casas poderia chegar a 22% - ou 75 mil megawatts -, se considerarmos que as madrugadas seriam como nossas noites de domingo. Precisaríamos de mais quase 7 usinas de Itaipu pra dar conta do recado. Ah, uma notícia ruim: trabalharíamos mais. Ou você pensou que as noites seriam só de curtição? Mas não faltariam compensações: poderíamos comer mais sem culpa e viajar por aí com menos dinheiro e burocracia. 


Acordados para a vida 
Tempo de mais, comida de mais, privacidade de menos 

Jornada de 12 horas
Metade do tempo em que estamos acordados é dedicada à labuta, e isso também aconteceria se não dormíssemos. Você trabalharia 50% mais. Já tivemos jornadas de 12 horas no passado, como durante a Revolução Industrial. Naquela época, o trabalho longo aumentou a produtividade e acelerou o desenvolvimento. Seria o mesmo se não dormíssemos.

Check-in no boteco

Viajar ficaria muito mais fácil. Não precisaríamos reservar quartos, bastaria achar um estabelecimento para deixar as malas e tomar um banho. Qualquer lugar poderia ter um espaço assim: cafés, botecos, museus. Os mais espertos contariam até com mimos como uma piscininha para os clientes.

Amor público
Ninguém mais teria quarto para dormir, muito menos cama. Isso não significa apenas que as casas seriam menores. O conceito de privacidade como conhecemos hoje acabaria. Sem a alcova, nudez e sexo não seriam tabu, o que já acontece entre índios e esquimós. Nosso modo de vida seria mais aberto e amigável.

Vivos de sono
O acidente da usina nuclear de Chernobyl e o vazamento de óleo da Exxon Valdez poderiam nunca ter ocorrido: ambos aconteceram no turno da noite, e alguns estudos ligam as catástrofes ao cansaço de funcionários. E o número de mortos nas estradas cairia. No Brasil há 3 mil acidentes por ano por causa de motoristas que dormem ao volante.

A conta e um chazinho
Ninguém precisaria espantar o sono no expediente ou numa madrugada de trabalho. O consumo de café cairia pelo menos 10% (equivalente ao número de pessoas que hoje bebem café pra ficar acordadas, segundo pesquisa feita nos EUA). O chá seria popular, para ajudar a relaxar. 

Come e (não) dorme
Enquanto dormimos, o corpo funciona em um "modo econômico": exige 50% menos calorias. Sem o sono, gastaríamos mais energia - e precisaríamos de mais comida para repor o estoque. Seriam cerca de 530 calorias a mais por dia (um pouco mais do que um Big Mac) para um adulto de 70 quilos. 

Fontes: Ioná Zalcman Zimberg, pesquisadora do departamento de psicobiologia da Unifesp; Monica Andersen, pesquisadora do Instituto doSono; Murilo Dáttilo, nutricionista da Unifesp; National Coffee Association - EUA; Operador Nacional do Sistema Elétrico; Polícia Rodoviária Federal; História do Pensamendo Econômico, E.K. Hunt.
Fonte²:http://super.abril.com.br/home/

quarta-feira, 9 de março de 2011

Los Gatos siempre son 7x más...

Os Gatos sempre são 7x mais...
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Bonitos & Cheios de vida's... *7 vidas, pra quem não sabe...rs*



Amigos...


Inteligentes...


Brutais...


Fofinhos...
Curiosos...
Amáveis...
Engraçados...

Sérios...
Corajosos...
Espertos...
Fortes...


E muito, muito, muitoooo...   Preguiçosos... ^^

Fotos da net..
Dedicated to all cats in the world... Feita por: Ryan *Apaixonado por Meaw's ou Felis catus*

segunda-feira, 7 de março de 2011

Sucker Punch - Mundo Surreal




Elenco



Roteiro

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Ambientado na década de 50, uma garota é internada em um sanatório pelo seu padrasto ganancioso, o qual pretende ser o único herdeiro da fortuna deixada por sua mãe. Dali em diante, ela passa a enfrentar terapias dolorosas, além da ameaça de que em 5 dias passará por uma sessão de lobotomia. Diante do medo, sua única saída será refugiar-se em sua própria mente, onde criará uma realidade alternativa em que o sanatório é um bordel e suas amigas e ela necessitam passar por mundos diferentes e repletos de dragões, robôs, samurais, nazistas e armamento pesado a fim de poderem escapar.


Direção: Zack Snyder
Gênero: Drama/Suspense
Distribuidora: Sony Pictures
Estreia: 25 de Março de 2011



Sucker Punch (brSucker Punch: Mundo Surreal) é um filme de açãofantasiadrama e steampunk, do diretor Zack Snyder, a ser lançado em 25 de março de 2011.[1] O diretor chegou a declarar que o filme é uma espécie de "Alice no País das Maravilhas commetralhadoras".[3]

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Manolos & Cia..

Manolos & Cia
Quem sou Eu: Na verdade não é quem sou eu? e sim, quem somos? Albert Leonardo e Igor Marlon. Criadores do Blog Manolos & Cia, você deve se perguntar porque criar um Blog de tirinhas, a resposta é simples, sabemos desenhar e queremos fazer algo diferente dos blogs de bragança-Pa ( desculpa os erros de português, ainda somos estudantes ^-^)
SIga você também o Blog Manolos & Cia: http://manoloscia.blogspot.com/
*Eu mesmo curti muito o Blog e indico, por ser um Blog bem diferente dos que estamos acostumados a ver..*
^^

Novo Lançamento p/ PS3: KillZone 3

Killzone 3 é um jogo de tiro em primeira pessoa para a PlayStation 3, desenvolvido pela Guerrilla Games e publicado pela Sony Computer Entertainment. É a quarto jogo da série Killzone, e o primeiro jogo da série a ser apresentado em 3D e o primeiro a incluir controles de movimento usando oPlayStation Move. Tem lançamento previsto para Fevereiro de 2011.

História

O jogo começa imediatamente após o término do Killzone 2 e segue anteriores jogos de principal protagonista, Sev, um militar das Forças Especiais da Aliança Estratégica Interplanetária contra o Império Helghast.
A morte de seu ditador deixou o Império Helghast em um estado de luta interna. Agora, Sev e seu companheiro Rico estão presos no fogo cruzado entre as várias facções políticas, sem reforços e são deixados a lutar sozinho para escapar como o ISA luta para reagrupar suas forças e parar uma invasão Helghast da Terra. O jogo também vai dar aos jogadores um olhar mais profundo na cultura Helghan, como a sua linguagem e mostrar o que a humanidade terem deixado dentro deles.
Guerrilla Games também mencionou que o jogo e a história será parte integrante do jogo com o diálogo (também em portugues) e o desenvolvimento do personagem vai ser muito melhorada . Além disso, a Guerrilla Games também disse que eles estão reduzindo o uso de palavrões em Killzone 3, que muitos sentiam era desnecessário no diálogo de Killzone 2. Eles mencionaram que o diálogo no jogo deve ser centrado sobre a promoção da história e não a exposição gratuita de "palavrões".


*Eu aprecio o jogo, ainda mais essa nova versão.. É um jogo totalmente brutal e divertido, os sádicos adoram.. hahaha rs* ^^
Fonte:Wikipédia-
http://pt.wikipedia.org/wiki/Killzone_3